quinta-feira, 16 de março de 2017

Beggar in spirit...

Veio humilde ao auxilio,
da mão que lhe não soube negar.
Tão nobre em seu pedido,
tão certo em o pagar.
Servido em sua aflição,
esfumou-se no seu dever,
não restitui o que lhe valeu,
nem palavra, nem parecer.
Em revolta, não mais contida
de tamanha injustiça,
invoca-se o poder, da aprendiz à sacerdotisa.
Sol que nasces, lua que sobes
Nesse manto que é de céu.
Olha o mal fadado sem palavra,
tão folgado do que era meu.
Não vê ele que será pedinte,
de alma tão vazia no mendigar.
Desta vez, mesmo no inverno frio,
não haverá abrigo para lhe dar.
Enquanto o que for meu, a mim seja por voltar.
(Image from Web)

3 comentários:

  1. Humm...This looks like a "message"
    Beggar spirit, or real real beggar? Who Knows? :/ :D
    Love your writing anyway ;)

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  2. This blog doesn't "send mssgs" ;)
    And, very rarely is autobiographic.
    In this one it's about the poverty of the spirit in general...and i remembered that someone with no character owes me money, so...here is a poem;)
    And thanks "love" my writing.

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