quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O pouco do tudo que me preenche muito...

Mãos abertas que me ofereçem o muito que busco, contudo a olho nu, nada contêem.
Encontro com os olhos da alma, aquilo que o corpo não alcança pela sua limitação humana.
E vejo-te, e vês-me, e vemo-nos. Sinto-te e sentes-me, sentimo-nos. Em mim.
As imagens são lindas, mas o sentimento não se vê de igual modo, literal, não assim
Somos tão pequenos,diante desta imensidão verdejante, tão pouco o espaço que ocupamos e quanto mais pequena a nossa presença, maior a sua beleza. Mas, só deste modo, nela, em nosso interior, nos podemos fundir, buscar o que realmente tem valor. Generosa paisagem que me ofereçe um pouco do tudo que me preenche muito, me eleva num sopro de vida renovada e com o vento ao seu constante serviço, guiou-te, guia-te, na minha direcção...a mesma estrada.

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