sábado, 10 de dezembro de 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Almost there...i´m coming

...you failed me...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

...coming

Passos medidos, entrelaçados, pé á frente de pé, como que a equilibrar-se numa corda suspensa de circo. Não pensa, não fala, não ri, não chora, respira e continua pelo caminho ainda humido da chuva, pé ante pé.
Regressando com o reflexo dos portões distantes já a desenharem-se no vidrado dos seu olhos.
Angel...save me,make me believe that it is possible, that anyone can hurt me, unless you...

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Pelos caminhos, de Portugal...

                                O Gerês é sempre tão lindo...ele sabe.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Edge...

Por fora, tudo lhe devolve o reflexo da "perfeição", intocável existencia de bem estar...
Mas, no fundo do seu olhar, adivinha-se lhe a desilusão, o caminhar na beira do penhasco, onde ouve o eco da voz que lhe arranca a alma aprisionada...voa, voa, voa...deixa cair...


sexta-feira, 20 de maio de 2011

La passion...

Liberto-me no que me aprisiona, sem condição ou medos, num mundo onde voar é humano...
            (freed myself in that imprisons me, without condition or fears in a world where flying is human)


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Freedom...

...não estou só, tenho as minhas asas, mesmo que alguém ou algo tente tirá-las de mim, ninguém me pode tirar a liberdade...

domingo, 3 de abril de 2011

Um dia...

Um dia,  vai haver um mundo onde não existirão fronteiras, onde as guerras e os medos deixarão de fazer sentido. Um dia, amar e ser amado será o único sentimento no coração dos homens. Um dia a paz e a felicidade deixarão de ser um mito. Um dia olharei na direção do meu Deus e tudo que ele cumpriu e sorrirei com um sorriso que só ele entende,... um dia, amar não será algo que ninguém entende, será lindo e puro,...como sempre foi...:)

domingo, 13 de março de 2011

Que encontra o vento pelo caminho?

Não é assim que se diz bom dia ao sol...
Em que direção sopram os ventos? Onde se abrem os seus portões, para que se espalhem pela face da terra e misturem o que trazem com o que levam?
Que força os sustem? Que autoridade lhes foi concedida, suprema e veloz, para que ninguém os consiga alcançar?
No entanto me oferecem a sua melodia, como se eu fosse significante em seu percurso...
Mas, schhhhiiiuuu...não acordem o vento quando este dorme, não gosta de ser inquietado pela ganancia da ansiedade em despertá-lo. A sua fúria tem tanto de bela como de fatal, principalmente quando o homem tenta voar mais alto que ele...
Não acordem os ventos, ou irão ver o que estão a fazer connosco

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O pouco do tudo que me preenche muito...

Mãos abertas que me ofereçem o muito que busco, contudo a olho nu, nada contêem.
Encontro com os olhos da alma, aquilo que o corpo não alcança pela sua limitação humana.
E vejo-te, e vês-me, e vemo-nos. Sinto-te e sentes-me, sentimo-nos. Em mim.
As imagens são lindas, mas o sentimento não se vê de igual modo, literal, não assim
Somos tão pequenos,diante desta imensidão verdejante, tão pouco o espaço que ocupamos e quanto mais pequena a nossa presença, maior a sua beleza. Mas, só deste modo, nela, em nosso interior, nos podemos fundir, buscar o que realmente tem valor. Generosa paisagem que me ofereçe um pouco do tudo que me preenche muito, me eleva num sopro de vida renovada e com o vento ao seu constante serviço, guiou-te, guia-te, na minha direcção...a mesma estrada.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Quantas vezes...

Quantas vezes me cruzei contigo? Quantos pôr do sol já vimos juntos? Quantas noites de luar já ambos observamos? Longe, sem sequer sabermos da existência um do outro? Foras anjo que de leve me tocou no rosto com um simples olhar? Fora eu ave que livre num céu maior e mais infinito me deixei voar? Que estranha presença na tua presença sem te tocar. Que estranha devoção ao aconchego do teu peito, sem nele me aconchegar. Que estranha dor, sem motivo para me magoar. Eu vou num fluir de rio manso, para descobrir como é flutuar, na esperança de ver o teu reflexo sobre as águas a me observar. Olha-me nos olhos, para que também eu te possa contemplar, tantas perguntas, anjo, que teria para te colocar, mas... Quantas vezes me cruzei contigo? Quantas estrelas em teus braços foram possíveis de contar? Nenhumas, nada sei, pois tudo é sonho, talvez a tua máscara seja eu e é através de mim a única maneira de te revelar...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E as minhas? Ainda as estou a viver...

Abraço-me á grande árvore onde por entre os ramos oiço histórias que o vento traz...algumas maiores, arrebatadoras,outras menores e suaves, mas todas eternas, segundo ele, no coração de quem as vive, ou viveu...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

De quanto precisa o homem para ser feliz?


...de algumas coisas, de tudo, de tanto, de pouco ou de nada? Ou precisa daquilo que nunca sentiu ser o suficiente, porque nunca lhe faltou antes?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Sonho...

Salpicos de chuva que se vão tornando mais intensos,
anunciam no meu rosto que o inverno ainda só agora começou.
Ventos furiosos rodopiam á minha volta, numa dança violenta,
como se fora algo em mim que os chamou.
Lá em baixo erguem-se as águas de um mar em alvoroço,
iluminadas pelo relâmpago que cruza um céu carregado.
Entre o equilíbrio do belo e do aterrador, a natureza palpita,envolve-me,
reclama-me para senti-la, perante o meu olhar assustado.
De novo, um raio de fogo, na minha direção, estendo as mãos para o acolher,
vejo aos poucos o medo desaparecer e fecho os olhos, cada vez que sinto a terra tremer.
Não sou mais que um ser a contemplar a beleza do que parece medonho,
sou talvez uma mulher que durante o sono, ouve o inverno e tudo é sonho.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O espelho...

Em algum momento, já toda a gente olhou para o espelho e se perguntou quem seria a pessoa nele refletida. Em algum momento, toda a gente já evitou, ao menos uma vez, enfrentar o próprio reflexo. Ou porque não estava para aí virado, ou porque não queria entrar num daqueles monólogos que trazem á baila mais perguntas que respostas. Enfrentar o espelho é mais difícil do que parece, mesmo quando nos sentimos cheios de auto estima, pois há a tendência inata de encontrarmos sempre um ou outro senão. Mas, deverá isso impedir de confrontar o outro eu, que nos olha fixamente do outro lado de um pedaço de vidro? E o que se pode chamar de espelho afinal? Para alivio de quem passa rápido em frente a tudo que lhe possa devolver a imagem, existe sempre o chamado espelho humano, e talvez o melhor de todos, ou seja, o semelhante que se cruza connosco ao longo dos dias, dos meses, dos anos, da vida em geral, desde o simples individuo que se esbarra connosco na rua, até àquele que faz totalmente parte integrante da nossa vida. Esses sim são os espelhos mais fieis a devolver a imagem daquilo que realmente somos, nem sempre o mais fácil, mas o mais gratificante e o que nos faz sentir mais conscientes do que há a manter e do que há a mudar. Contudo, ficarmos a sós com nós mesmos também é bom, em frente do dito pedaço de vidro, mas só depois de trabalharmos a parte em que nos aceitamos para poder olhá-lo nos olhos e...sorrir, ou chorar, mas, sem medos.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Bruma...

O inverno é mais frio na penumbra que cobre o meu espaço. Olho além, num esforço de desviar a atenção das palavras que aparecem escritas no meu rosto pálido do frio. Não posso gritar ou murmurar que sinto a tua falta, porque não devo acordar os lobos. Estou a tentar não marcar a neve por onde passo, leve como uma pena, para que se me perca o rasto. Que posso fazer? Abro as asas na direcção do céu e pergunto: " Para que serve a imortalidade longe de ti? ", mas, novamente ao sentir o frio percorrer-me é que me apercebo que já não sou mais imortal. O inverno é mais frio na bruma que oculta o meu mundo, mesmo assim atravesso, como quem atravessa o tempo, deixo-me embrenhar na força que me puxa para lá. Tiveste a oportunidade de me salvar , tive oportunidade de te salvar, mas anjos caídos não são mais imortais que os humanos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011