terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Olha...é natal...

Antigamente a canção começava mais ou menos assim, : " É natal, é natal, vamos a Belém...", hoje em dia é mais tipo, : " É natal, é natal, vamos ao centro comercial...", bem, eu sei, eu sei, muito haveria aqui que desenvolver, mas muito sinceramente para quê falar o que já todos sabem e até porque já conhecem bem a minha opinião. Enfim, consumismos á parte, este ano, que por acaso até está quase na reta final, talvez já não volte cá, vou descansar um pouco os neurónios e apreciar o inverno, eu gosto do inverno, da lareira acesa, do cheiro da floresta com neve, pronto, pronto, lá ia eu... Portanto, não vou estar para aqui com o típico, blá, blá, blá, das festas, vou ser breve, mas sincera. A todos os meus amigos, colegas, conhecidos e bondosos :), que por aqui passam, desejo tudo o que desejo durante todo o ano e não só nesta época, saúde, paz, alegria, amor, muito amor, de todas as formas e feitios, mas amor, porque além da crise financeira que se atravessa, existe uma enorme crise de afectos e essa sim, deixa-nos verdadeiramente pobres. Meus queridos, tudo de bom e que 2011 não seja mais um ano e sim O ano. Boas festas.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Uma pessoa arrogante sente-se assim....

Mas a realidade mostra-a assim...
( Perdoe-me o animal em questão, pois nada tenho de mal contra a espécie )

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

You´re real...

Entre o sono e o despertar, viste-me sonâmbula a caminhar,
por entre folhas outonais, caídas, em tons desiguais.
Na penumbra de um lugar, onde até o sol custa a entrar,
disfarçados pelas sombras tremidas, das árvores meio despidas,
mãos de anjos, estendidas.
Aos poucos um acordar, por uma voz que pareceu desde sempre me esperar,
desde sempre me ver, desde sempre me conhecer.
Dispensam-se as palavras do : " Quem és?", pois viste que sou aquilo que lês.
Tuas mãos não foram das que vi, angelicais, são quentes, frias, são reais.
Agora, sem pressa me vais guiando, nos tropeços me segurando,
não és anjo, não és mortal, és igual a mim sem ser igual,
ganhas asas quando me apareces, despe-las quando ao meu lado adormeces.
Eu sou a musica que gostas de compor, mas é a tua voz que lhe dá sabor,
eu sou a paisagem contornada pela luz, mas são as tuas mãos que  desenhando, a traduz.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010