quinta-feira, 8 de julho de 2010

Por onde...

Por onde ando, ninguém consegue saber.
Ainda trago no cabelo o cheiro a noite e brisa do mar.
Por onde ando, ninguém consegue saber.
Ainda tenho nos pés o pó, dos trilhos, por onde me deixei caminhar.
Por onde ando, ninguém consegue saber.
Ainda vejo o reflexo da lua na minha sombra, como miragem.
Por onde ando, ninguém consegue saber.
Ainda sinto na pele, o cheiro forte da erva selvagem. 
Por onde ando, ninguém consegue saber,
por mais que fique perto.
Por onde ando, ninguém consegue ver...
porque só eu tenho a chave deste mundo secreto.

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